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O Benfica não pode continuar a viver de festas, euforias e terceiros lugares. Análise ao plantel.
Expedientes eticamente duvidosos, jogadas palacianas, figuras institucionais compradas… Não, não vou falar do campeonato nacional de futebol.
É muito como quando se vai na estrada. O condutor do carro que faz a asneira à nossa frente não é uma pessoa. Não tem identidade, não tem nome: é abstracto.
O que os livros de história não vão registar é que o dia 13 de Janeiro de 2009 foi o dia em que se decidiu o campeão nacional graças a um golpe de estádio na Choupana e um rude golpe de personalidade na Trofa.
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