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Sidnei e Miguel Vítor – Quem diria que Quique Flores apostaria em dois jogadores de 19 anos para uma partida desta responsabilidade. A verdade, é que ambos mostraram um carisma enorme e, acima de tudo, uma qualidade que faz deles, cada vez mais, confirmações do clube «encarnado». Sidnei foi pau para toda a obra, marcou, desarmou em todos os terrenos, uma espécie de «tractor» com a classe de um Ferrari de luxo. Miguel Vítor, muitas vezes questionado devido à sua estatura não tão elevada como os seus «concorrentes» de sector, voltou a mostrar que nesse ponto é numero 1. Não perdeu um lance aéreo, mostrou a tranquilidade e eficácia de um grande central experiente (primeiro ano de Sénior). Tivesse vindo de Alcochete e o que já se diria dele… Carlos Martins – Frente ao seu ex-clube, não tremeu e soube contrariar quem lhe aponta fragilidades a nível emocional. Soube controlar as emoções do jogo, transmitir essa experiência e qualidade aos seus companheiros. Belos apontamentos ao nível do passe, perdeu protagonismo encostado à direita, mas numa chama imensa de vontade, encheu o campo com a sua qualidade. Yebda – Grande jogo do médio francês. Imperial numa primeira missão de elemento mais recuado do meio-campo, subiu, e muito, a sua exibição quando teve liberdade para ocupar todo o meio-campo, na altura da saída de Ruben Amorim. Capacidade física inesgotável, talento enorme e, acima de tudo, um grande coração, que o fez perder ao longo de todo o jogo, poucos lances divididos. Em grande. José António Reyes – O principal destaque pelo momento de glória, o seu momento, que trouxe à Luz. Exibição por vezes pouco objectiva, usando e abusando dos lances individuais, mas soube trazer alegria à Luz no momento ideal. Lance mágico, remate teleguiado para as redes «leoninas». Saiu do jogo sob um coro dos também reis das bancadas na Luz «Reyes, Reyes, Reyes!».
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