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Moreira – Boas intervenções, esteve contudo bastante mal nas reposições de bola, onde enviou bastantes para a bancada. Luís Filipe – As férias parecem não ter renovado nada no seu futebol. Limitado em termos ofensivos, não melhora a defender, é o elo mais fraco deste plantel. Miguel Vítor – Fez uma boa primeira parte. Intransponível, a subir. Edcarlos – Bom jogo do brasileiro. Foi o líder da defensiva, com bom sentido de antecipação. Leo – Primeira parte de qualidade. Não permitiu veleidades ao extremo estorilista que o enfrentou. Yebda – Até sair, estava a ser o melhor em campo. Muita qualidade no preenchimento de espaços, eficácia nas transições, num futebol simples, sem adornos, e bastante objectivo. Carlos Martins – Melhorou nos quinze minutos finais que esteve em campo. Algumas boas aberturas e um remate perigoso. Tem, contudo, de ser mais prático em alguns momentos. Nuno Assis – É curto. Não erra por ai além, mas também nada de novo trás ao futebol da equipa. Balboa – Em evidência pela velocidade e movimentações interiores que nunca foram solicitadas pelos companheiros a meio-campo. Yu Dabao – Mostrou pouco, parece perder o seu (eventual) espaço. Makukula – Lutador, mas limitado em termos técnicos. Lugar de 4º avançado em perigo para o miúdo Nelson Oliveira. Suplentes: Ruben Amorim – Entrou ainda no decorrer da primeira metade. Esperava-se um pouco mais, sobretudo que garantisse, mais vezes, as transições na segunda metade. Sepsi – Boa entrada em campo. Teve um pormenor interessante na linha, auxiliou q.b. o ataque. João Pereira – Uma falha que podia ter sido comprometedora, de resto muito bem, «limpando» a sua área de acção. Binya – O empenho habitual, hoje procurou dar alguma da tranquilidade que estava a faltar a um meio-campo onde ninguém quis pegar no jogo. Urreta – Não convenceu. Algumas dificuldades nas movimentações, teve um bom passe a pedir desmarcação de Carvalhas, mas essencialmente mostrou-se desfasado do ritmo de jogo europeu. Período de adaptação precisa-se. André Carvalhas – Quem o conhece sabe que pode dar muito mais. Um ou outro bom pormenor, não foi muito procurado mas não errou quando teve a bola nos pés. Talento. Nelson Oliveira – Se dúvidas restassem. 16 anos, acabou por ser o melhor avançado do Benfica ao longo do jogo. Muita disponibilidade para ter bola, perdeu algumas, diga-se, foram deles os lances de penetração em terrenos de finalização. Podia ter marcado. Grande, grande potencial.
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